A suplente de deputada estadual Nadja Palitot (PSB) passou por uma verdadeira “saia justa” na tarde de ontem na Assembléia Legislativa quando tentou a todo custo assumir o mandato com a nomeação do deputado Leonardo Gadelha (PSB) para a secretaria de infraestrutura do governo Maranhão. Ela foi impedida pelo deputado João Henrique (DEM), que presidia à sessão, que alegou que o pedido de licença de Leonardo sequer ter sido publicado no Diário do Legislativo. Com certeza esse final de semana será longo para Nadja, que teme alguma retaliação, até sua posse que deve acontecer na próxima terça-feira (29). Uma pergunta, será que se ela ficar no PSB terá legenda em 2010?
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Cassação à vista
O suplente de deputado federal Bonifácio Rocha (PSB) entrou com pedido nesta quinta-feira (24), no TSE, para atuar na defesa de seus direitos como primeiro suplente, na ação de declaração de justa causa para desfiliação partidária movida pelo deputado federal Manoel Júnior, que tenta mudar de legenda driblando o principio da fidelidade partidária. Assim como o diretório estadual do PSB, o suplente quer o mandato do deputado federal Manoel Júnior. Bonifácio aposta na manutenção do princípio da fidelidade partidária e da não oficialização do PSR.
Garantia
O secretário de Transparência de João Pessoa, advogado Antônio Barbosa, garantiu que se for eleito para a presidência do PT de João Pessoa irá cumprir resolução do partido e deixar o cargo na prefeitura. Será que o presidente do PT de João Pessoa Anselmo Castilho não deveria ter feito o mesmo desde que assumiu o escritório de representação do governo do estado em Brasília.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Crise no ninho tucano
Quem vai ficar com a presidência do PSDB na Paraíba? Essa questão talvez seja o álibi perfeito para o rompimento político entre o ex-governador Cássio Cunha Lima e o presidente estadual do PSDB, senador Cícero Lucena. De um lado Cícero que fez um convite público a Cássio para assumir o partido, mas recuou com a visível aproximação dele com Ricardo Coutinho (PSB) e, do outro, Cássio que vislumbra na presidência do partido um palanque e uma forma de conduzir a política de alianças nas eleições 2010.
O estremecimento entre as duas principais lideranças tucanas pode levar Cássio a se filiar no PPS, partido aliado do prefeito Ricardo Coutinho. Bem, Cássio já recebeu “carta branca” do presidente nacional da legenda, Roberto Freire e do presidente estadual, José Bernardino. Esse é um caminho já trilhado por outros aliados de Cássio, como o suplente de deputado Ricardo Barbosa, o ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antônio, e o prefeito de Picuí, Buba Germano.
O estremecimento entre as duas principais lideranças tucanas pode levar Cássio a se filiar no PPS, partido aliado do prefeito Ricardo Coutinho. Bem, Cássio já recebeu “carta branca” do presidente nacional da legenda, Roberto Freire e do presidente estadual, José Bernardino. Esse é um caminho já trilhado por outros aliados de Cássio, como o suplente de deputado Ricardo Barbosa, o ex-prefeito de Cajazeiras, Carlos Antônio, e o prefeito de Picuí, Buba Germano.
domingo, 20 de setembro de 2009
Prêmio de consolação
O senador Cícero Lucena recuou do convite que fez ao ex- governador Cássio Cunha Lima há quatro meses atrás para que assumisse a presidência estadual do PSDB. Na verdade, Cícero, atual presidente, teme que com o comando do PSDB nas mãos de Cássio sua candidatura seja rifada antes mesmo do mês de junho de 2010. Por isso, Cícero já criou um prêmio de consolação para o ex-governador: o de presidente de honra. Será que Cássio aceita?
Atestado de incompetência
Acertada a decisão do procurador geral de justiça, Oswaldo Trigueiro Filho, de acionar a justiça para barrar a ameaça de greve de 15 prefeitos do Sertão do Estado. “Essa decisão é preocupante porque a população não pode ficar desassistida. Evidente que essa é uma situação em que os promotores de cada localidade dessas devem estar atentos para, em havendo esse tipo de atitude, entrarem com medida judicial contra os gestores, a fim de garantir que as prefeituras permaneçam abertas”, justificou Trigueiro.
No meu entendimento não há crise que justifique uma prefeitura fechar as portas, ao não ser que os prefeitos assinem um termo de incompetência entreguem o cargo para um gestor administrar.
No meu entendimento não há crise que justifique uma prefeitura fechar as portas, ao não ser que os prefeitos assinem um termo de incompetência entreguem o cargo para um gestor administrar.
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